As ruínas existem. Elas conquistam um lugar dentro de todos nós. Gosto de chamar ruínas ao passado. Porque nunca será destruído/esquecido totalmente. Guardamos sempre ruínas, talvez no lado mais escuro de nós, aquele que mata a inocência daqueles dias de sol, aquele que apodrece o poder de acreditar, aquele que faz nascer medos e reacções espontâneas pouco acertadas, que deixam a pele nua e fraca à mostra de uma realidade qualquer. Ruínas, escondidas na noite, junto à nossa almofada ou encadeadas pelo sol matinal, elas estão lá, sempre lá e para sempre estarão, por vezes escondidas, tão escondidas que pensamos que nos esquecemos delas mas no momento de agir, as ruínas renascem para nos dificultar as decisões da vida!
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