quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

136.


Desde sempre que fui dona de mim, dona da minha vida. Sempre decidi o meu destino, sem ajudas e tomei as minhas decisões. Sigo o que sinto. Sou fiel às minhas emoções e à minha fome de ser livre. Gosto e quero viver assim. Sabe bem, não ter ninguém que me corte as asas, que não me amarre. Sabe bem, superar e continuar em frente, errar e não ter ninguém a apontar o dedo que menti, que não fui sincera. O mundo precisa de evoluir muito (ou talvez eu). O mundo precisa de aprender a superar. Sei que não sou sempre a mesma, sei que mudo muito e que o gosto agora, nem sempre é o que gosto amanhã. Porque o mundo torna-se repetitivo, chato. Quero transformações, quero surpresas todos os dias. E quem me surpreende muito hoje, amanhã já nada tem para mostrar. É chato para mim.  E nunca disse que não acreditava no amor. Só não acredito no amor do mundo de hoje. É chato. É repetitivo. É muito (muito) prevísivel!

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