domingo, 4 de novembro de 2012

135.

A paixão mata, destrói-te por dentro, corroí te as entranhas, deixa-te cego e surdo! É uma doença cuja cura ainda está por descobrir. É deixares-te ir, sem saberes o porquê, é acreditares num alguém que provavelmente nem merece tal entrega mas apesar disso, entregas-te, arriscas, não duvidas, dás. É desligares o cérebro deixares que os sentidos te dominem, é ser não racional, nem ter qualquer capacidade de análise. É esperar até que o tempo diga se estavas enganado ou não.

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